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    14 Abr 2020
    Saiba mais sobre a hist ria do t tulo da 34? Bienal de S?o Paulo

    Com curadoria geral de Jacopo Crivelli Visconti e equipe curatorial composta por Paulo Miyada (curador adjunto) e Carla Zaccagnini, Francesco Stocchi e Ruth Est vez (curadores convidados), a 34? Bienal de S?o Paulo   intitulada Faz escuro mas eu canto, verso do poeta amazonense Thiago de Mello (Barreirinha, 1926),?publicado em livro hom?nimo do autor em 1965. Em sua obra, o poeta fala de maneira clara dos problemas e das esperan?as de milh?es de homens e mulheres ao redor do mundo: “A esperan?a   universal, as desigualdades sociais s?o universais tamb m (...). Estamos num momento em que o apocalipse est  ganhando da utopia. Faz tempo que fiz a op??o: entre o apocalipse e a utopia, eu fico com a utopia”, afirma o escritor.

    Em correspond ncia curatorial de fevereiro de 2020, Paulo Miyada percorre o caminho pelo qual, em um intervalo de cinco anos, o verso ganhou diferentes interpreta??es: de conclus?o esperan?osa de um poema escrito entre 1962 e 1963 ("faz escuro mas eu canto / porque a manh? vai chegar"), quando a promessa da reforma agr ria e outros projetos progressitas parecia prestes a se tornar realidade, a sussurro de resist ncia nos piores anos da ditadura militar. "E agora, entrando em 2020, que reverbera??es esse enunciado po tico pode ter neste pa s e al m dele, em um mundo fraturado?", pergunta-se o curador.

    Quer saber a hist ria completa? Leia aqui a correspond ncia curatorial na  ntegra.

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